Depois de registrar um saque líquido recorde para o mês em fevereiro, a caderneta de poupança fechou março com um volume ainda expressivo de resgates, mas distante do maior valor já verificado no período, mostraram dados do Banco Central divulgados nesta quinta-feira (6).
A aplicação financeira mais procurada por brasileiros sofreu um saque líquido de R$ 6,087 bilhões no mês passado, após uma perda de R$ 11,515 bilhões em fevereiro.
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O maior saque líquido já registrado para março foi de R$ 15,356 bilhões em 2022, ano que terminou com um resgate total recorde de R$ 103,237 bilhões.
No mês passado, os saques superaram os depósitos no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) em R$ 5,665 bilhões. Já na poupança rural, as saídas líquidas foram de R$ 422,4 milhões.
No ano, a poupança acumula uma perda de R$ 51,233 bilhões. O movimento de saques ocorre em meio a um cenário de juros elevados, que reduz a competitividade da poupança frente a outros investimentos.
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